Harmonização facial: quais são as indicações para o tratamento?

harmonização facial

Desde os primeiros traços de envelhecimento, é possível cuidar a aparência para preservar sua beleza natural de modo saudável com a harmonização facial, um conjunto de procedimentos também utilizados para corrigir imperfeições.

A partir de um processo rápido e pouco invasivo, é possível resolver as insatisfações do paciente sem a necessidade de recorrer a cirurgias estéticas, o que representa economia de tempo, dinheiro e desconfortos.

Em quais casos a harmonização facial é indicada?

O profissional da área de dermatologia estética tem conhecimentos profundos de anatomia e domina técnicas pouco invasivas para equilibrar os contornos da face, ressaltando a beleza natural de cada indivíduo.

Dependendo do resultado pretendido, o especialista indica quais insumos serão injetados na pele para retardar o envelhecimento e criar um equilíbrio facial.

Embora a harmonização facial seja pouco invasiva, consegue-se eliminar diversas insatisfações, tais como: excesso de rugas e linhas de expressão, bigode chinês, desarmonia da estética nasal, perda de volume facial, flacidez, papada e olheiras.

Normalmente, indicam esses tratamentos a partir dos 25 anos, ao primeiro sinal de envelhecimento. Porém, desde os 18 anos já pode-se usufruir dos recursos estéticos para solucionar incômodos.

Para desfrutar das vantagens da harmonização facial, alguns requisitos precisam ser respeitados. São eles:

  • A pele deve estar livre de inflamações ou qualquer outra disfunção que possa acarretar complicações no procedimento ou na recuperação;
  • Não apresentar sensibilidade às substâncias utilizadas;
  • Diabéticos, gestantes, hipertensos, fumantes e pessoas com problemas cardíacos precisam de uma avaliação individual para que profissional verifique se o tratamento escolhido é viável ou não no momento.

Para preservar as mudanças no rosto, deve-se evitar a exposição solar e massagens faciais, impedindo reações adversas aos insumos ou o deslocamento de preenchimento.

Vale a pena investir na harmonização facial?

Considerando o custo-benefício em comparação com as cirurgias plásticas — em que o paciente precisa de um longo pós-operatório além de passar por desconfortos de dor e desembolsar altas somas de dinheiro —, vale muito a pena optar pela harmonização facial para conseguir uma aparência mais jovem, sem precisar de afastamento das atividades do cotidiano.

Utilizando-se de preenchedores, toxina botulínica, laser fracionado, injeção de bioestimuladores, peelings e fios de sustentação, o especialista elimina perda de volume facial, rugas, olheiras, desarmonia nasal e outros pequenos incômodos faciais que podem estar entre as reclamações do paciente.

Todos os procedimentos são de nível ambulatorial, portanto podem ser feitos no consultório, com agulhas finas, sendo praticamente indolores. Se julgar necessário, o profissional utiliza um analgésico tópico para diminuir o desconforto do paciente.

Quanto tempo dura?

Ao término do procedimento, o cliente consegue visualizar o efeito do tratamento e pode ir para casa, sem a necessidade de ficar internado. Contudo, o corpo levará cerca de um mês para drenar todo o inchaço e responder aos estímulos que recebeu durante a harmonização facial.

O fato de o tratamento não ser invasivo torna seus resultados temporários, podendo permanecer por até 4 anos. Depois, precisarão ser repetidos.

Para diagnosticar adequadamente as necessidades do paciente e executar com responsabilidade os procedimentos, é necessário procurar por médicos cirurgiões-plásticos e dermatologistas —que estão habilitados para fazer as aplicações sem oferecer riscos ao paciente, além de garantir resultados satisfatórios.

Ressalta-se que a harmonização facial consiste em tratamento pouco invasivo, portanto não soluciona flacidez extrema, caso em que se recomenda cirurgia da face, como lifting ou ritidoplastia.

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