O que é o dia mundial de combate a AIDS?

Amplamente conhecida por decorrência da sigla em inglês Acquired Immunodeficiency Syndrome (Síndrome da Imunodeficiência Adquirida), a AIDS é uma doença que, atualmente, afeta milhares de pessoas em todo o mundo.

Mesmo com a realização de mensagens para a combater o seu crescimento, vemos que muitas pessoas desconhecem as formas de prevenção desta doença, o que faz com que sejam necessárias a criação de novos métodos para sua conscientização sobre os riscos de se contrair tal enfermidade.

Por sua importância, este tema deve ser debatido e difundido entre a população diariamente, porém, contar com uma data especialmente reservada para a discussão deste problema social se fez uma importante ferramenta.

Dia Mundial do combate a AIDS

Podemos perceber que, ao decorrer dos anos, muitos indivíduos entram no contexto de tal doença por diversos motivos, como a desinformação sobre os cuidados que devem ser tomados para se evitar a infecção pela mesma.

Pensando nisso, as autoridades de saúde, em um âmbito mundial, passaram a adotar estratégias eficazes de combate ao aumento do número de casos desta doença, como a criação do dia mundial de combate a AIDS.

Celebrado todos os anos no dia 1º de dezembro, e adotado no Brasil desde 1988, este dia traz consigo a possibilidade de se conscientizar a toda a população sobre aspectos como a sua prevenção, bem como evitar a discriminação social sofrida, muitas vezes, por seus portadores.

AIDS: Importância da prevenção

Assim como as demais enfermidades nas quais existe a possibilidade de métodos de prevenção, a AIDS deve ser amplamente debatida pela sociedade, visando aumentar o conhecimento popular sobre o tema.

Com isso, criar oportunidades para o debate de assuntos desta doença pode fazer com que, em um curto espaço de tempo, sejam reduzidos os casos de infecção e transmissão.

Estar atento a usar preservativos, nunca compartilhar seringas de nenhum tipo e sempre que for fazer uma tatuagem, colocar piercings e alargadores verificar se a empresa é reconhecida pela Anvisa e esteriliza corretamente seus instrumentos.

A AIDS é séria e pode levar a morte. Um usuário ao ascender um cigarro, usar cachimbos e outros acessórios do tabaco não irá se contaminar, mas ao compartilhar seringas já é bem arriscado.

Garotas de programa têm se prevenido cada vez mais ao longo dos anos, a Anvisa sempre busca orientar e fazer campanhas de prevenção contra o HIV, principalmente para quem trabalha neste ramo.

Realidade dos infectados pela AIDS

Infelizmente, facilmente encontramos relatos de pessoas que são descriminadas em suas realidades por serem portadoras de tal enfermidade, o que evidencia ainda mais a necessidade de esclarecimentos a seu respeito.

Isso porque, mesmo com a ampla divulgação dos meios de comunicação sobre o assunto, ainda encontramos situações e lugares onde as informações a respeito deste tema são escassas e muitas vezes repassadas erroneamente.

Sendo assim, para se desenvolver canais alternativos de combate ao preconceito contra pessoas portadoras de AIDS, devem ser tomadas medidas que busquem retratar o dano que tal ação pode causar na vida destas pessoas.

Conclusão

Na contramão do avanço social em relação a muitos temas, as discussões a respeito da AIDS ainda são um forte paradigma a ser quebrado dentro da realidade de diversas regiões mundo afora.

Neste sentido, alternativas como a criação de um dia especialmente direcionado ao amplo debate sobre este tema podem ser vistas como um alento, principalmente por pessoas que sofrem pelo fato de portarem esta doença.

Para tanto, este texto teve por missão tornar nítida a importância de se ampliar os conhecimentos que devemos ter sobre esta data, bem como os reflexos positivos que esta discussão pode ter sobre a sociedade.

Cansaço mental e esgotamento: como identificar

Cansaço mental

Com a correria do dia-a-dia, problemas relacionados à saúde mental estão cada vez mais frequentes. As várias responsabilidades e compromissos diários fizeram com que o nosso cérebro se “lotasse” e assim como o físico, sentisse uma espécie de fadiga.

O cansaço mental atinge 98% dos brasileiros, segundo dados do Ibope. Com sintomas que são algumas das motivações para que serve paracetamol, pode influenciar a ocorrência do esgotamento e de distúrbios mentais como a depressão.

Saiba mais sobre o cansaço mental e como se posicionar:

O que é cansaço mental?

O cansaço mental se trata de um estágio de fadiga cerebral que ocorre quando o cérebro não é mais capaz de armazenar informações. Alguns dos sintomas do cansaço mental são a insônia, a falta de concentração e a baixa memória.

O cansaço mental também atinge o físico, sendo percebido em sintomas como gastrite, hipertensão e dores corporais.

Além disso, o cansaço mental pode ser o estágio inicial do Burnout, que é caracterizado por desmaios, perda de memória temporária e fadiga física.

Logo, se trata de um problema grave que não deve ser subestimado. O cérebro consumo 20% da energia do corpo, fazendo com que essa complicação tome proporções ainda maiores.

Causas e sintomas

A causa principal do cansaço mental é a realização de atividades em excesso, fazendo com que energia em excesso seja gasta por todo o corpo, inclusive o cérebro. Entretanto, distúrbios como a ansiedade e a depressão também podem influenciá-lo.

A lista de sintomas mais comuns do cansaço mental também inclui: sonolência, insônia, alterações do humor, irritabilidade, angústia e desalento.

Cansaço mental e esgotamento

O conjunto de preocupações e informações que levam ao cansaço mental, quando tomam ainda mais espaço, danificam ainda mais a saúde mental e levam ao esgotamento.

O esgotamento, por sua vez, pode atingir não só os adultos com a sua rotina de trabalho lotada, mas também jovens e crianças.

A pressão, o excesso de cobranças, e a ausência de tempo para descanso podem ser a linha tênue entre esses dois problemas.

Com isso, o desânimo, a condicionamento e desempenho para a realização das atividades cotidianas decai bastante e faz com que o organismo passe a exigir ainda mais energia.

Os sinais do esgotamento

Quando o corpo atinge o seu limite, os sinais começam a ser perceptíveis. Além de resultados desagradáveis, a perda do prazer e o desgaste até mesmo na realização de ações que fazem parte de seu gosto.

Para evitar o colapso total, o corpo ainda manda outros sinais, como a perda do empenho e da vontade em coisas que antes faziam parte de momentos de descontração e lazer, e sintomas que encaixam na incidência de depressão e ansiedade. Dentre outros sinais estão: dores corporais, dores de cabeça, irritabilidade, distúrbios do sono e problemas na memória e na manutenção do foco.

Formas de tratamento

Para evitar a incidência do cansaço mental e esgotamento, é necessário que se preze pelo equilíbrio da rotina. Não exagerar em atividades que exigem muita energia do intelecto é um bom começo.

O cérebro deve sim ser exercitado, no entanto, assim como a prática de atividade física não deve ultrapassar os limites do organismo, levando em conta o seu condicionamento do momento.

Com isso, manter momentos de lazer na rotina e ter uma boa noite de sono são as melhores ações preventivas e as melhores formas de tratamento nesse caso. É prezando pelo seu bem-estar e pela sua saúde mental que se encontra o equilíbrio, não só da mente, mas da vida.

Ajuda psicológica

A intervenção e o acompanhamento por um psicólogo, ou por um psiquiatra; em casos mais graves como o de Burnout, não devem ser deixados de lado, já que é somente por meio da ajuda profissional que se sabe a condição real da mente.

Ao contrário do que muitos pensam, a visita a clínica de psicologia, assim como as ao médico, devem ser feitas também como forma preventiva, e buscando o autoconhecimento, a autoconfiança e a autoestima necessária para a saúde mental cotidiana.

Logo, mesmo que não haja a presença dos sintomas de cansaço mental e esgotamento, procure por um profissional e assim como a saúde física, procure pelo equilíbrio e o bom estado de sua mente.

A importância do dentista na odontologia hospitalar

odontologia hospitalar

A hospitalização de uma pessoa pode ocorrer por variados motivos, como acidentes, pequenas cirurgias ou então emergência, e o cuidado com esse tipo de pessoa, principalmente quem sofre com algum caso infeccioso é de grande importância.

Para isso existem os quadros multidisciplinares no hospital, sendo a odontologia hospitalar um ramo que vem crescendo.

Isso acontece porque quando pensamos na atuação do médico-dentista, geralmente o associamos aos já conhecidos consultórios e também aos tratamentos ortodônticos como a colocação de aparelho dental transparente.

Entretanto, para grupos de pessoas que estão hospitalizadas a relação com o dentista ocorre de uma maneira diferente, já que o especialista atua de uma forma bastante diferente, indo além da qualidade de metodologias de prevenção e cuidados inflamatórios.

O médico dentista hospitalar pensará suas metodologias de ações conforme o quadro geral do paciente, visando a melhoria da sua saúde como um todo.

No presente artigo, abordaremos com mais detalhes sobre a odontologia hospitalar e assuntos que estão relacionados a essa especialidade.

Conhecendo a odontologia hospitalar

A odontologia hospitalar é um ramo da odontologia que trata dos pacientes internados ou que precisam de um cuidado amplo na boca para controle de infecções generalizadas e outras doenças.

Atua de forma multidisciplinar, e muitos dos médicos que atuam neste ramo, também podem atuar nos serviços mais comuns dos odontologistas como a colocação de implante dental entre outros.

O objetivo de um dentista hospitalar é garantir um tratamento completo, principalmente em certos casos clínicos, onde problemas bucais podem ser a origem dos sintomas e inclusive participar de forma ativa da cura e da recuperação de um paciente.

Assim, os conhecimentos que esse profissional possui são muito importantes para um tratamento e atendimento integral. Dentro dos hospitais, esses médicos pode oferecer os seguintes cuidados:

  • Controle de infecções;
  • Interpretação de exames mais específicos;
  • Relacionamento integral com a equipe a família do paciente;
  • Atendimento integral para pacientes de risco.

Abaixo falaremos de algumas situações em que a odontologia hospitalar pode atuar de forma bastante significativa e diferente.

Sabemos que a odontologia e seus inúmeros tratamentos, como o implante dentario asseguram qualidade de vida, e portanto, suas ações dentro dos hospitais não são diferentes. Por isso, acompanhe abaixo as ações da odontologia hospitalar.

A atuação da odontologia hospitalar

Existem muitos casos que precisam de tratamento bucal específicos e também de avaliação mediante a outro quadro de saúde.

Neste sentido, o mero atendimento no consultório do dentista se torna inviável. São os pacientes com maiores demandas que a odontologia atua de forma bastante importante.

Um exemplo são pessoas que seguem com um tratamento de câncer em Unidades de Terapia Intensiva (UTI’s).

Esses pacientes precisam de acompanhamento constante, principalmente porque o tratamento contra os cânceres e a própria doença debilitam o corpo, baixando a imunidade natural, favorecendo o aparecimento de infecções de origem bacteriana ou fungicida.

Desta maneira, os riscos são sistêmicos e o acompanhamento desse profissional especializado é necessário.

Os pacientes com câncer em tratamento geralmente sofrem com mucosites e hipossalivação, permitindo o aparecimento de cáries.

Em pacientes onde o câncer fica na região da boca, há todo um acompanhamento voltado para a reabilitação.

Além da presença na área da oncologia que é muito importante, o dentista que atua nos hospitais também lida com traumas que acontecem na região da boca e até mesmo correções.

Pacientes com doenças cardíacas precisam do acompanhamento da especialidade, por doenças do coração serem associadas a isso.

Assim como os tratamentos como lente de contato dental feito nos consultórios devolvem a qualidade de vida e melhora a autoestima das pessoas, o papel da odontologia hospitalar é a mesma, permitir qualidade de vida e um atendimento mais integral possível.

A odontologia nos hospitais

O médico dentista hospitalar também pode ser encontrado nos hospitais na área das cirurgias, com enfoque nas intervenções da região bucomaxilofacial. Podem ser encontrados na área de anestesia geral também.

A presença desses profissionais nos hospitais vem aumentando e se tornando um espaço de trabalho com grande necessidade, e que demandam de profissionais capacitados.

Alguns estados do Brasil transformaram a presença dos cirurgiões dentistas como é o caso do Rio de Janeiro, que desde 2008, obriga a presença de tais profissionais em hospitais e UTI’s.

Sendo assim, a odontologia hospitalar é uma especialização e um campo de atuação bastante amplo e com muito potencial, além de permitir que o paciente tenha um cuidado integral e bastante adequado, garantindo qualidade de vida e segurança.

Conteúdo originalmente desenvolvido pela equipe da Vue Odonto, uma rede especializada em atendimento odontológico com enfoque na humanização.

Leucemia: causas, tratamentos e cura

Leucemia

O câncer é uma das doenças que as pessoas mais temem atualmente, tendo a leucemia como uma de suas variações mais perigosas. A leucemia é um câncer maligno de origem desconhecida que leva a substituição de células saudáveis por células adoentadas, que se concentram na medula óssea.

Alguns sintomas da leucemia são facilmente percebidos como a perda de peso, a febre e a fraqueza.

Considerando a gravidade desse e de demais tumores, assim como planos odontológicos, visitas regulares ao consultório médico também devem ser prioridade para a manutenção da saúde.

Saiba de mais particularidades da leucemia.

Causas da leucemia

As variações da leucemia têm início por uma alteração genética, não possuindo relações quanto a hereditariedade. A separação das células e a sua morte são regulamentadas pelas informações que existem nos genes dos cromossomos.

Problemas na separação das células podem levar a uma alteração genética, acionando os oncogenes, que realizam esse processo. Além disso, a alteração genética pode fazer com que os genes capazes de extinguir o tumor fiquem inativos, esses que são os responsáveis pela morte das células, denominada apoptose.

Logo, há a proliferação em grande escala de uma célula semelhante e que desencadeia o câncer. Algumas situações que podem favorecer a clonagem das células, e levar ao câncer são: distúrbios genéticos, exposição a certos produtos químicos, fumar, presença de pessoas com leucemia na família e a realização de algum tipo de tratamento de câncer.

Sintomas da Leucemia

As células sanguíneas são formadas na medula óssea, e por sua vez, se estabelecem na composição dos ossos. É em meio às células sanguíneas que estão as que originam os principais agentes do sangue: glóbulos vermelhos (hemácias), plaquetas e glóbulos brancos.

Os sintomas da leucemia estão diretamente ligados à grande concentração de células anormais na medula, o que faz com que a sintetização de células saudáveis seja limitada.

Uma das consequências da leucemia é a possível diminuição do número de glóbulos brancos que ocasiona a baixa imunidade, fazendo com que o organismo fique suscetível a demais complicações à saúde.

Por sua vez, quando a diminuição dos números se trata dos glóbulos vermelhos, se desenvolve a Anemia, e com isso, são perceptíveis sintomas como: taquicardia, falta de ar, dor de cabeça, fadiga, etc.

A redução no número de plaquetas leva a sangramentos e o aparecimento de manchas e pontos arroxeados na pele.

Os sintomas são perceptíveis e devem ser notados o quanto antes, já que a evolução da doença é feita rapidamente.

Detecção precoce e sua importância

A identificação do câncer em sua fase inicial é essencial para que o tratamento obtenha sucesso e assim se tenha a maior possibilidade de cura. Logo, a detecção precoce do câncer é uma das técnicas que devem ser acolhidas assim que um sintoma for constatado.

A detecção precoce da leucemia pode ser feita através de exames clínicos, radiológicos e laboratoriais. Os principais sinais e sintomas que devem ser levados em conta antes dos exames são: infecções constantes, cansaço frequente, presença de hematomas, alterações nas proporções do fígado e baço.

Esses sintomas detectados são advindos de outros fatores, sendo necessário uma visita ao médico para que a leucemia seja rejeitada. Uma vez que a leucemia é detectada pelo profissional, o tratamento deve começar o quanto antes.

Auxílio médico

Os sintomas de leucemia não são facilmente detectáveis e de fácil associação, sendo facilmente confundido com doenças do cotidiano, como a gripe.

Logo, no caso da junção de alguns sintomas e fatores de risco, não deixe de procurar um médico. Dentre os especialistas que podem ser contatados estão clínico geral, oncologista e hematologista.

O diagnóstico de leucemia, por sua vez, leva-se em conta a propagação das células, os sintomas aparentes, a incidência de infecções, de hematomas e sangramentos.

Leucemia e cura

A leucemia possui cura, porém, o sucesso do tratamento depende inteiramente do seguimento restritivo das orientações médicas. Dentre os segmentos do tratamento estão a radioterapia, quimioterapia e o transplante de medula, dependendo do tipo.

Além disso, o tempo também é um dos principais fatores para a cura da leucemia, principalmente o tempo que levou para a sua detecção.

Caso o tratamento não tenha começado dentro do tempo adequado, complicações como hemorragias, sepse, infecções e a evolução da anemia podem suceder, o que pode levar a pessoa ao óbito.

Portanto, assim como demais tumores, a leucemia é um dano grave à saúde e deve ter seus cuidados priorizados durante o tratamento. Para uma ação preventiva e a detecção em sua fase inicial, as visitas regulares ao consultório médico são essenciais, assim como os exames relacionados.

Conheça os benefícios do fio dental para a saúde bucal

benefícios do fio dental para a saúde bucal

Ao contrário do que muitas pessoas pensam, a escovação, mesmo que bem feita, não é capaz de manter sozinha a higiene bucal. O uso do fio dental e do enxaguante bucal são essenciais para que a limpeza dos dentes seja completa e precisa. Tratamentos e procedimentos estéticos, como o clareamento dental, podem ter seus efeitos reproduzidos a longo prazo através de uma higienização bucal completa.

Cada produto e procedimento atinge uma área mais ampla da dentição, fazendo com que placas bacterianas sejam eliminadas quase ou totalmente por essa eficiência. Veja os benefícios do uso do fio dental e de realizar sua passagem de forma correta.

Limpeza precisa entre os dentes

A escovação é eficaz para realizar a limpeza da região externa e da superfície dos dentes, entre tanto, não consegue efetuar a limpeza dos resíduos e bactérias acumuladas entre os dentes.

É somente o fio dental que é capaz de realizar a limpeza dessas áreas, retirando os restos de alimentos que ficaram presos nessas fendas. Caso não efetuada a passagem devida de fio dental entre os dentes, problemas como cáries e placas bacterianas podem se desenvolver e se agravarem com o tempo.

Ação preventiva a doenças

A passagem do fio dental é eficiente na prevenção de uma série de doenças que atingem a região da boca e que se iniciam pela proliferação das bactérias e do desenvolvimento das cáries.

A doença periodontal e a gengivite são exemplos de enfermidades que podem ser evitadas pela higienização completa da arcada dentária e gengiva. Isso se deve aos resíduos que também se acumulam abaixo das gengivas, alimentando bactérias e levando a inflamações e doenças.

Desse modo, quando o fio dental é utilizado corretamente, auxilia na remoção do tecido inflamado, causador da gengivite. É necessário que o seu uso seja feito diariamente, mesmo com a incidência de sangramento. Caso o sangramento continue após uma semana, procure um dentista.

Combate ao mau hálito e a placa bacteriana

A atuação das bactérias sob os restos de alimentos que ficaram estagnados entre a arcada dentária leva a halitose, e é por esse motivo que o fio dental ajuda a manter um hálito mais agradável. Em relação a acúmulo de bactérias e resíduos entre os dentes, sua remoção pelo fio dental é essencial no combate a placa bacteriana, uma vez que é formada por eles.

Na falta da remoção desses componentes, a placa bacteriana se fixa no dente e da origem ao tártaro, trazendo uma coloração amarelada aos dentes e uma maior probabilidade de incidência das cáries.

Uma melhor estética bucal

Uma vez que evita o acúmulo de resíduos e o escurecimento dos dentes pela evolução da placa bacteriana, o uso do fio dental é de grande relevância para a manutenção de um sorriso mais agradável esteticamente.

Uma vez que a limpeza dos dentes é completa, precisa e frequente, há a conservação do esmalte do dente, fazendo com que seja mais resistente a manchas, lesões e as alterações de sua coloração.

Portanto, o uso do fio dental é essencial para a manutenção de sua saúde bucal. Se certifique de passar um pedaço ainda não usado em cada fresta e que a sujeira do local seja retirada totalmente. Para a prevenção de doenças e um tratamento ainda mais profundo dos dentes, visite regularmente a clínica odontológica de sua confiança.

Esquizofrenia: sintomas, riscos e tratamentos

Esquizofrenia

A esquizofrenia se trata de uma doença cerebral crônica que atinge entre pessoas de 15 a 35 anos e que afeta cerca de 1% da população mundial. Esse transtorno mental crônico e grave atinge os pensamentos, os sentimentos e os comportamentos da pessoa.

Dentre os seus sintomas podem ser alucinações, delírios, problemas quanto ao foco e ausência de motivação. Contudo, uma vez que o tratamento desses sintomas é iniciado e mantido corretamente, a esquizofrenia ameniza seus impactos com o tempo.

O sexo masculino é o mais afetado e em alguns casos não é possível identificar a doença previamente. Essa doença, além de promover mudanças quanto ao comportamento, influencia a indiferença afetiva, dificuldades com relacionamentos e pensamentos sem sentido aparente.

Mesmo que a esquizofrenia não se trate de um transtorno mental comum, seus sintomas limitam a pessoa de muitas coisas, fazendo parecer que se perdeu o contato com a realidade. Saiba mais sobre essa doença.

Esquizofrenia e fatores de risco

A esquizofrenia possui vários fatores de risco, o que causa uma certa preocupação. Além dos sintomas gerais, existem os sintomas precoces, que podem afetar a pessoa meses ou até mesmo anos antes da doença se desenvolver totalmente. Uma vez que esses sintomas começam a aparecer, a esquizofrenia pode ser confundida por outras doenças mentais.

Ademais existem fatores que podem favorecer com que a pessoa desenvolva esquizofrenia. Recentemente, se descobrir que essa doença pode ser hereditária e é mais propicia a se desenvolver em certas famílias. Entretanto, isso não é uma regra e pessoas que possuem membros da família com a doença podem não desenvolver, assim como há pessoas que possuem esquizofrenia e que não possuem parentes com a desordem.

Pesquisadores confiam que um grande número de genes é capaz de aumentar o risco de esquizofrenia, entretanto, um gene sozinho não é capaz de levar ao distúrbio. Demais estudos mostram que as interações entre genes e feitios do ambiente do indivíduo, são imprescindíveis para que a doença evolua.

Contudo, mesmo com os avanços que vem se concretizando a respeito da doença, informações genéticas ainda não podem ser usadas para prever a incidência da esquizofrenia. Dentre os fatores ambientais relacionados estão desnutrição antes do nascimento, complicações ao nascimento, submissão a viroses e influências psicossociais.

Terapia e tratamentos

Mesmo que a esquizofrenia não possua cura e tendo em vista suas limitações, a maioria das pessoas com essa doença, ainda conseguem ter uma vida ativa e uma qualidade de vida agradável uma vez que se realiza o tratamento ideal.

É através de serviços selecionados, assim como a nimesulida é boa para dor de dente, a medicação correta e o tratamento devido é necessário para que a recuperação seja alcançada. A reabilitação, por sua vez, pode auxiliar na recuperação das habilidades essenciais e da confiança, para que assim, se alcance a independência tão almejada.

Quem porta a esquizofrenia não é capaz de analisar a forma como prostra na sociedade, fazendo com que seja necessário que essa avaliação comportamental seja feita por familiares, amigos e demais pessoas próximas, percebendo seus sintomas e reivindicando um acompanhamento médico.

O acompanhamento de um psiquiatra, psicólogo, acoplado a o uso dos medicamentos indicados faz com que os surtos da doença reduzam e fazem com que a vida do paciente seja mais tranquila.

O contato próximo com um profissional é fundamental para o bom resultado do caso. As causas da doença ainda não são conhecidas, os tratamentos possuem como objetivo eliminar seus sintomas e dentre os tratamentos incluem: antipsicóticos e psicoterapia.

Antipsicóticos e Psicoterapia

A medicação é uma das principais soluções para o controle dos sintomas da esquizofrenia. Os medicamentos atuam na diminuição dos desequilíbrios bioquímicos que levam a esquizofrenia, precavendo quanto a recaídas.

Os antipsicóticos só podem ser ingeridos com a recomendação de um psiquiatra e geralmente são consumidos diariamente. Existem também os antipsicóticos que são injeções e devem ser realizadas uma ou duas vezes por mês.

A psicoterapia é utilizada após o paciente encontrar, juntamente com seu psiquiatra, um medicamento eficiente. Uma vez que se aprende a se posicionar na sociedade abordando as melhores formas de lidar com a esquizofrenia, fazendo com que o portador viva normalmente, seguindo as suas metas de vida.

Portadores da esquizofrenia que possuem um acompanhamento psicológico são possuem menor chance de serem hospitalizados e de sofrerem recidivas, o que enfatiza a importância do tratamento nessa circunstância.

Usar o celular o dia todo pode prejudicar sua saúde?

Em tempos de isolamento social, o celular passou a ser quase que um membro do corpo humano, pois é por meio desse aparelho que trabalhamos, nos comunicamos, assistimos transmissão ao vivo, lives e muitas outras coisas, mas a pergunta que fica é: usar o celular o dia todo pode prejudicar sua saúde?

Infelizmente, a resposta para a pergunta que intitula esse artigo é sim. Por isso, a partir de agora vamos listar alguns prejuízos.

Uso do celular traz problemas psicológicos e físicos

Quem fica muito preso ao celular enfrente problemas psicológicos. Comumente, as pessoas recorrem ao celular para assistir uma transmissão ao vivo, porém em razão dos problemas que todo mundo vivencia no cotidiano, há aqueles que acabam deixam de viver a realidade e passam a apostar apenas no mundo virtual.

Assim, essas pessoas acabam “presas” a esse outro universo e estão sempre em busca de curtidas, comentários e interações e isso pode acarretar depressão ansiedade e dependência.

Viver preso ao celular todo dia também pode resultar em problemas relacionados ao sono. Dormir é bom, concorda?

No entanto, quando passamos muito tempo presos a esse aparelho tão pequeno sofremos com a insônia. Isso ocorre, porque as luzes e os sons presentes no aparelho podem fazer com que o seu corpo fique em alerta e assim, muitos não conseguem desligar e, como consequência, sofrem com insônia.

Ficar o dia todo no celular traz problemas posturais

Certamente, você nunca deve ter parado para pensar, mas usar o celular de forma excessiva pode trazer problemas posturais. Já reparou como você fica sentado quando está assistindo uma transmissão ao vivo, por exemplo?

Não temos o hábito de prestar atenção em como nos sentamos quando estamos com o smartphone na mão e tais posições que são erradas tendem a causar dores na cabeça, nos ombros e no pescoço.

Se a pessoa insiste nessa posição com o passar do tempo é possível ainda que ela venha sofrer com um problema chamado de nevralgia, mais conhecido como dor nos nervos.

Quando ficamos com o pescoço muito tempo para frente e inclinado para baixo, os contornos do rosto podem ser alterados de tal forma que vão resultar na perda da elasticidade da região e isso ocasionará o aparecimento de rugas e a famosa papada no queixo.

Uso excessivo de celular pode ocasionar em complicações oculares

É comum ainda para quem fica o dia todo com um celular na mão sofrer com complicações oculares. É bem comum encontrar pessoas fazendo uso do aparelho no escuro e a junção da falta de luz mais letras pequenas traz a necessidade do uso de óculos.

Mas, é possível ainda que a pessoa sofra com inflamação e secura devido ao excesso de foco e de luz.

Por fim, o celular ainda pode trazer infecções. Infecções? Sim, você não leu errado. Andamos com ele por todos os lugares transporte público, hospital, trabalho, casa, banheiro. Com isso, é comum que o aparelho acumule bactérias e micróbios e com isso, ele tende a disseminar doenças e infecções.

Os carregadores de celular, diretamente ligados a tomada podem danificar a bateria do aparelho e até vir a causar uma explosão, o que seria um risco muito maior a saúde das pessoas.

Glicose alta: causas, consequências e tratamento

Glicose alta

Os exames de rotina são fundamentais para avaliarem a condição do organismo e perceber e tratar problemáticas ainda em sua fase inicial. A glicose alta é um exemplo de complicações que podem ser identificadas por meio dessa avaliação, fazendo com que haja uma mudança de hábitos.

Assim como as dores corporais e da dentição podem ser tratadas por medicamentos como a nimesulida, a glicose alta também pode ser tratada por medicamentos, entretanto, possui outras formas de controle. Saiba mais sobre a glicose alta, sobre suas causas e tratamento:

O que é glicose?

A glicose se trata de um carboidrato que atua como uma das principais fontes de energia do corpo. O pâncreas é o órgão responsável por produzir a insulina, um hormônio que faz com que a glicose trafegue pelos vasos sanguíneos e chegue aos tecidos do organismo.

Contudo, a quantidade de glicose no sangue deve ser controlada, uma vez que a ideal é de 99 miligramas por decilitro (mg/dL) após 8 horas de jejum. Alterações mínimas desse número não indicam o diabetes, entretanto, novos exames podem ser recomendados pelo médico.

Causas da glicose alta

O pâncreas quando possui dificuldades para a produção de insulina, faz com que a produção desse hormônio entre em déficit e que a glicose existente não seja aproveitada da maneira devida. Comumente, isso se deve a uma maior funcionabilidade do pâncreas, fazendo com que ele fique sobrecarregado, o que promove a maior concentração de açúcares no sangue e assim a hiperglicemia. A produção de energia é dificultada e o nível de glicose aumenta ainda mais.

A glicose alta em si é caudada pela demasia de açúcar e gordura no organismo, que é devida a uma alimentação desequilibrada. Outra causa é o sedentarismo, que diminui os gastos de energia e favorece esse aumento. A hiperglicemia pode ser causada por outros fatores como alto nível de estresse, uma vez que influência comportamentos de compulsão alimentar e medicamentos que atuam na sintetização e utilização da insulina no organismo.

A glicose alta e suas consequências

A glicose alta pode ser percebida por uma série de sintomas, sintomas que podem ser influenciados por demais complicações ou confundidos como algo comum. Entre eles pode se destacar: fadiga, enxaqueca, visão nebulosa, sede excessiva e constante vontade de urinar.

Se a glicose alta for constante, pode se surgir sintomas como náuseas e vômitos, dor na região do abdômen, infecções frequentes e boca seca. Os sintomas da glicose alta podem caracterizar a incidência de demais riscos a saúde como o diabetes.

Como abaixar o nível de glicose?

Para que abaixar o nível de glicose e impedir a sua evolução para o diabetes, é importante que o paciente tenha noção de seus maus hábitos e se preocupar quanto a suas mudanças comportamentais. A adesão de uma vida mais saudável, com a pratica frequente de exercícios, uma alimentação saudável e equilibrada, evitando ao máximo a ingestão de gorduras e açúcar, é a solução indicada para que o nível da glicose se restabeleça.

A prática da atividade física aumenta o gasto de glicose, o que favorece o controle de sua concentração no sangue, além de fazer com que a produção de insulina assuma a taxa indicada. São vários os tipos de atividades físicas e não há desculpas para continuar parado.

Quanto a alimentação, a reeducação é a melhor opção, priorizar o consumo de frutas, verduras e legumes ao invés de alimentos manufaturados é a sua base, entretanto, em caso de dificuldades nesse processo, consulte um nutricionista.

Ajuda médica

O indicado é que as consultas ao consultório médico sejam regulares para que alterações como a glicose alta e o colesterol alto sejam identificadas previamente. Uma vez com a presença de certos sintomas, complicações de saúde advindas dessas mudanças não podem ser prevenidas e há a maior chance de a condição se agravar, evidenciando a importância do tratamento devido.

Não hesite em contatar ajuda médica na presença de sintomas e evite ainda mais complicações. É adotando hábitos cotidianos mais saudáveis e contatando o seu médico não só quando necessário que não só a glicose alta, mas demais problemas de saúde são combatidos com sucesso. A sua maior qualidade de vida depende de cuidados básicos, mas que fazem a diferença.

Dores Articulares: Qual Exercício Praticar?

Dores Articulares

A maioria das pessoas acha que dores articulares são o oposto de uma atividade física, mas estão totalmente enganadas.

Saiba que exercícios físicos reforçam a musculatura ao redor da articulação dolorosa e fortalecem a cartilagem, e é justamente a regularidade da prática esportiva que vai aliviar a dor.

Agora, toda dor aguda merece um descanso, principalmente para acalmar a inflamação do músculo, do tendão ou da articulação afetada.

Mas, independentemente do caso, é essencial identificar a causa da dor para ser tratada da melhor forma possível, seja ela nas costas, joelhos, ombros…

Além disso, é importante saber qual esporte escolher para não agravar a dor e consequentemente, não levar a um problema mais sério.

Veja os benefícios de atividades físicas para quem sofre com dores nas articulações, quais os esportes mais indicados e alguns cuidados.

 

O que são dores articulares?

Antes de saber quais os exercícios indicados para quem tem dores nas articulações, saiba que muitos fatores podem estar causando essas dores.

Dependendo do caso, uma ou mais articulações podem ser a causa da inflamação ou dor.

Então, nossas articulações são estruturas complexas, compostas de ossos, músculos, ligamentos, tendões e outros tecidos.

Dessa forma, fica difícil, às vezes, identificar a fonte da dor, e geralmente todas as partes da articulação são afetadas e tornam-se inflamadas.

Por isso que é importante avaliar os sintomas da dor e quais medidas tomar para aliviar, mas as atividades físicas podem ajudar bastante.

Quais os benefícios de atividades físicas para quem sofre com dores nas articulações

Todos sabemos que exercícios físicos são essenciais para a saúde física e mental, mas quem sofre com dores nas articulações imagina que não pode fazer, mas é justamente o contrário.

A prática de uma atividade física pode trazer sim muitos benefícios para quem tem dor nas articulações, por exemplo, no ombro ou joelho.

Se você é uma dessas pessoas, veja o que tem a ganhar:

  • Aliviar a dor;
  • Nutrir as articulações;
  • Fortalecer os músculos e ossos;
  • Aumentar a mobilidade e flexibilidade;
  • Cartilagens mais fortes;
  • Melhorar o sono;
  • Ajudar nas atividades do dia a dia;
  • Melhorar a saúde como um todo.

Então, muitas pessoas, especialmente as mais idosas, sofrem de determinadas condições que afetam as articulações e por sua vez, sentem muitas dores.

Mas o manter o corpo em movimento é essencial para aliviar essas dores.

Veja a seguir alguns exercícios indicados para quem tem dores nas articulações.

Dores articulares: qual exercício praticar?

Em primeiro lugar, nunca comece um programa de exercícios sem conversar com um profissional de saúde antes.

Por exemplo, se você sente dor no ombro, vale a pena conversar com médico ortopedista especialista em ombro, até para orientar quanto ao esporte mais adequado.

Muitas vezes, as dores nas articulações podem ter origem em posturas inadequadas, treinos esportivos intensos ou mesmo questões anatômicas.

No entanto, isso não significa que você deva evitar as práticas esportivas. Por isso, selecionamos aqui alguns que podem ajudar:

  • Exercícios aeróbicos: Hidroginástica e caminhada, de preferência de baixo impacto;
  • Exercícios de flexibilidade: Pilates, Yoga e alongamento, pois ajudam na mobilidade e equilíbrio;
  • Exercícios de fortalecimento: São exercícios que ajudam a reforçar a musculatura ao redor das articulações.

Não importa qual exercício você escolha, comece aos poucos e gradualmente aumente a intensidade.

E não se esqueça do aquecimento antes e alongamento após os exercícios, além é claro de beber bastante água.

Cuidados para evitar dores nas articulações

Agora que você já viu os benefícios e os exercícios mais indicados para quem sofre com dor nas articulações, confira alguns cuidados para evitar essas dores.

É importante não sobrecarregar nos treinos e claro, fazer o fortalecimento muscular adequado, pois senão poderá sentir dores no ombro, joelho, cotovelo e em outras partes do seu corpo.

Um outro fator que está relacionado às dores nas articulações é quando trabalhamos um grupo de músculos isolados e não um conjunto deles.

Para quem está começando agora a se exercitar, converse com seu médico e conte com a ajuda de um profissional para te orientar durante os exercícios.

E nunca negligencie qualquer tipo de dor, pois se não tratada da forma correta pode evoluir para um quadro mais grave. Por exemplo, uma simples dor no ombro pode levar a uma tendinite ou bursite.

Por isso, ao menor sinal de dor ou desconforto nas articulações, pare imediatamente a atividade, faça uma pausa e caso persista, converse com seu médico.

Tecnologia na saúde: saiba seus benefícios

Tecnologia na saúde

A tecnologia marcou todos os âmbitos de nosso cotidiano, desde nossos gostos, ambições até mesmo a nossa saúde. Com a série de ferramentas oferecidas por ela, várias oportunidades e soluções aparecem, seja quanto a forma de se relacionar e comunicar até a melhoria métodos já existentes. Assim acontece também quanto a saúde, e cada dia mais as tecnologias tomam conta de procedimentos e tratamentos, facilitando a vida não só dos pacientes, mas dos profissionais da área.

Já podemos perceber em nossas consultas anuais a presença de algumas dessas tecnologias, comumente através da inteligência artificial e robótica. Essas inovações otimizam a forma de se adquirir o diagnóstico, a prevenção de enfermidades, na execução dos procedimentos necessários e no relacionamento entre paciente e especialista. Veja as diversas vantagens que a tecnologia nos proporciona:

Diagnósticos concisos

A tecnologia e suas ferramentas nos proporcionam diversos avanços, em diversos contextos, e na saúde ela melhorou ainda mais a precisão dos diagnósticos e exames de imagem. Um exemplo é a ressonância magnética e a tomografia computadorizada, que nos proporcionam a visualização de nosso organismo em alta definição.

Dessa forma, é necessário realizar a análise e a identificação de enfermidades graves em seu início, fazendo com que a chance de cura por meio do tratamento aumente. Além desse fato, é através da telemedicina que o médico é capaz de dialogar e argumentar com colegas da área que não residem na proximidade e possuem acesso ao exame. Essa opção de comunicação auxilia assim na maior precisão do diagnóstico final.

Melhor atendimento

Com as ferramentas que a internet proporciona, como as redes sociais, que possuem a intenção de permitir que pessoas se comuniquem, não importa aonde estejam e a distância entre elas, agendar uma consulta ficou muito mais fácil. O agendamento quando feito no ambiente online ajuda na redução de gastos com a locomoção, uma vez que o paciente não precisa se mover até a clínica ou hospital para efetuá-lo, ajudando também com o tempo, já que é realizado de forma praticamente instantânea.

Verificar previamente os horários e as datas disponíveis ao efetuar o agendamento por conta própria auxilia na hora da marcação. Ser objetivo durante o agendamento online facilita o trabalho da recepção da instituição, e também facilita para uma mais rápida confirmação ao paciente. Logo, essa ferramenta facilitadora ajuda evitando lotação e na organização nas clínicas, além de economizarem tempo as pessoas mais ocupadas.

Gerenciamento eficaz

A aderência de softwares por hospitais e clínicas especializadas permite uma melhor gestão e gerenciamento, além da diminuição de custos, uma vez que são responsáveis por juntarem todas as informações da instituição em um só lugar. Algumas de suas vantagens são o próprio controle financeiro, a organização administrativa, ferramentas para gestão de pessoas, controle dos estoques, integração de setores e a padronização de processos.

Centralização de informações

A integração de informações é outro importante benefício da tecnologia implantada, atuando no trabalho dos profissionais abrangidos, os auxiliando em suas atuações. O prontuário eletrônico é um exemplo desse tipo de tecnologia, agrupando o histórico do paciente, os tratamentos e procedimentos realizados, exames feitos, medicações passadas, diagnósticos recebidos, entre demais informações. Os dados ficam em segurança na nuvem e podem ser acessados por todos os profissionais da saúde que participam do tratamento do registrado.

Menor taxa de erros

Os aparelhos tecnológicos, por se tratar algo adaptado e programado, possui a tendência de não cometer erros como os seres humanos, uma vez que não são tão influenciadas por fatores externos. Os demais fatores citados, como os diagnósticos precisos, a organização e completude do prontuário, em conjunto, também colaboram para uma menor incidência de erros.

Portanto, com a excelência da integração proporcionada e a utilização da inteligência artificial na saúde, se aprimora o ciclo de informações e sua instantaneidade, o que é essencial em casos de emergência. Com todos esses benefícios não dúvida da influência positiva que a tecnologia na saúde traz a nossa qualidade de vida. É fundamental que os prestadores de serviços invistam em tecnologia para transmitir uma maior confiança e uma melhor segurança aos seus pacientes.